Muitas ações agir Quer dizer Que sentia mais intensamente Do que outro Ao fazer muitas vezes a mesma Coisa. O que equivale a dizer que fazendo Aparentemente as mesmas coisas Fazia mais.
Apenas quando o homem Na eternidade É que com Deus vibra Não com o homem. Pois, é válido se relacionar com o homem Apenas se no homem Vemos Deus. Se no homem vemos o homem E temos interesse no que tem o homem Recebemos aquilo que o homem tem E, recebendo, nos tornamos transitórios.
E entender que pouco não somos Se muito permanecemos. Mas, se nos sentimos baixos com ser muito O que implica sentir orgulho em se sentir muito Pouco seremos. Nada pede menos desse mundo do que a Vida eterna.
A culpa quando entra No nosso inconsciente Devemos senti-la. Para pelo arrependimento Num ato de ascetismo Conquistar um outro mundo Onde a consciência.
As ações Devem conter mérito. E o que é meritório A não ser quando o faz Em renúncia. E ter a visão de um deus Ou a presença de Deus ou de um Santo É por mérito e além disso Quando olhamos a mais No ato de renúncia.
Ter então o que é baixo Não representa muito E mesmo que pareça muito É pouco. E ter o que é alto quando Parece pouco Mesmo assim é um bem Considerável Porque é alto Porque quando a derrota não é sentida Ela não existe.
E quando olhamos baixo uma pessoa Não vemos a maneira certa De fazer De progredir. Mas olhamos apenas o que baixo Ela faz. Como o olhar coisas naturalmente Desse mundo Sem ver a realidade inconsciente Que é a base para o ter Real.
Escrever quatro poemas Três vezes ao dia Totaliza doze poemas por Dia. O que é um bom número Já que vemos de permanecer e ter Nos tempos mais altos Na escrita ascética Que permeou a história sagrada.
A circulação da poesia Fica por conta do que fez De bom a poesia A não circular. O ser alto do poema Fica por conta do que fez De bom o poeta Ao estar aparentemente baixo. Ter como fruto do fazer Depende do que se sentiu Ao sentir o não fazer Se se sentiu alto Saberão as pessoas a estar olhando O sentir.
Usar a linguagem que se usa Nas vozes, nos saberes do espírito, Na profecia que está mais alta no Pensamento. Que não é a profecia Dos púlpitos, das congregações, Mas, é uma profecia que se faz No pensamento de quem pensa O fazer, o ter. Que é profecia por ser Uma instrução de Deus, como uma boa Definição.
Santificar a linguagem É estar fazendo o que é natural Com conhecimento de ser poesia. Santificar o corpo É no cotidiano ter o corpo Ferido da catarse. E a alma ser santificada É nesse mundo No mundo profano Pureza.
E se preparar para ter muito Não apenas olhar só quando já Tivermos Mas, o preparo é importante Em forma de profecia Do entrar no inconsciente o como Devemos ser A fim de direcionar energias e visões De conhecer o Norte.
Quanto mais se fica baixo Mais temos Mas, temos para Deus não Para as pessoas E se ficarmos mais altos, melhor, Mas, se deve mais permanecer A fim de ser visto O que.
Antônio Cândido e seus dizeres Sobre a função da literatura E Aristóteles. Um fez o outro. E para suas respectivas terras Ficaram altos Logo, ficaram altos para o resto Do mundo inteiro. Porque ter mais é Universal E o Universal tem mais.
Para estar no mundo Como a dominar sobre os próprios Sentidos Estar ligado à própria terra. Para ter o que é alto para a terra. Porque o que é baixo para a terra Vive em um mundo que é submundo Do ter E o que é alto está mais para o céu.
Quando a pessoa ignora ou não Vê alguém A pessoa não vista pode colocar no inconsciente Daquele que não viu O que ela quer daquilo que é baixo Isso por não ser vista Aquele que foi baixo é este que não viu Mas, aquele que não foi visto pode ficar baixo também Se for baixo com o não ser visto E não resignar a vontade.
Ter pouco só é desonroso Quando o orgulho. Ter pouco só é indigno Quando é pouco ao muito olharmos. Não ter a vibração que se deve ter Para as pessoas Não tem influência real no futuro Porque as pessoas veem o que é baixo Mas, o pecado, que é o ter pouco em Deus, Tem.
Que se mantém do mesmo jeito Para sempre E que permaneceu por décadas ou centenas De anos na terra E ficando inteiro do seu jeito Manteve-se a permanecer Para então ser conhecido E angariar para o outro aquilo Que nos torna deuses.
O que nos torna deuses. O ascetismo, ou seja, o sentir como forma De devoção. O que por si só já é um ter. Embora direcionemos para algo que transcende O ascetismo em si. A única via para o real ter.
Porque se sentimos muito Sentiremos novamente À parte os esforços que se faça Para tentar tirar do inconsciente O ter. Se sentimos muito seremos mais. E os esforços que fazemos para deixar de ser Serão inúteis Ficando, assim, nós, altos ou baixos, dependendo Do quanto sentimos.
O aquecimento global foi alvo de Negacionismo por Muitos anos Até ser muito visto. E o que é ser muito visto. É ser mais embasado Na ciência, nesse caso, e a Ciência na lei.
A submissão não é alta Quando considero mais alto Alguém que não sente Alguém que não possui. Porque o mal sobrevive À base do bajular. E por culpa temos aquele Que bajula a fim de ter O que é baixo.
Bajular acontece quando se fica Baixo para o outro E se quer ter o que é baixo O que não vem de Deus Mas, vem do lugar alheio. Ter o que é pouco e bajulamos Para angariar aquilo que não pertence Mas, causa cobiça nos olhos.
Espíritos protetores de florestas Protegem a mata daqueles que Pouco permaneceram. Os que muito permaneceram eles não veem Baixo. Surgindo como quem encontra o pálido recomeço Dia após dia Da eternidade.
Shakespeare e seus espíritos Têm um fundo de Verdade. Onde talvez não se engane os olhos O coração que sente mais Fica mais alto. Mas, se o coração fica baixo com sentimentos A aparência revela por traços De grande atratividade entre os homens Que para Deus não significam.
Nem sempre a morte Vibra com justa causa. A morte alta acontece Para aquele que mais permaneceu No que é alto. E se morre nesse mundo até que olhemos Em Deus o sentido Da vida eterna.
Ter é certo sempre Que sentimos. E quando sentimos o que é alto Teremos alto O que não acontece quando Sentimos o que é baixo. Que, porém, pode ser útil Para existirem espíritos que limpam Energias mais pesadas Que colocam em si Onde não se deve.
Porque em Macunaíma Mário falou de um ser que se tornou lenda Um espírito das florestas do Brasil Que entende, não Mas, é exemplo do acontecer. E ele era alto, não. Mas, o que acontece Com a pessoa que é baixa às vezes É isso, às vezes pior. Porque, vampiros, por exemplo, Existem muitos e na vida que conhecemos Eles comem do melhor e andam De dia.
E Deus não está para aquele que quer. Mas, Mário de Andrade falou em Macunaíma Daquele que permaneceu e não ficou Muito alto. Mas, os avatares são exemplos daquele que Se manteve em si mesmo Na viagem do ter.
Por causa do que temos Muitos pensam ficar baixos Para poder ter também Para não fazer muito Embora ter só se faça pelo Muito fazer. E não devemos fazer a não ser Que se olhe muito o ter Aquilo que é alto em ter.
Embora muitos morram por não ter Aqueles que morrem quiseram Ser baixos. Embora não seja a aparência De morte que faça o morrer. E ter, ter mais para então os lugares Que não entendemos, embora, não.
Ficar alto Para não interferir Em características próprias Com características de terceiros. Ficar alto, assim, o máximo que se possa. Pelo ficar alto devemos um mérito ter Ainda que não se possa surgir Tão mérito mesmo estar.
A seleção natural É um saber que se tem Em corporações Universidades, etc. Isso por ser um saber Natural. Lei natural que sabemos Por participação que temos Na natureza.
Para relembrar essa definição de Orgulho. Aquilo que é baixo e que mesmo sendo Baixo, sentimos de superestimar. Assim, orgulho é falsa grandeza. E ter é por sentir muito e aquele que sente Em demasia Identifica o orgulho em si, deixando-o alto Para que o orgulho se torne o ter Igualmente O orgulho não ser Pecado.
E se deve sentir sempre. Um dia estaremos sentindo De forma perpétua No céu é para sempre O que sentimos na Terra E o sentimento que sentimos Apenas se mantém Dúbio não é, mas, exatamente O que temos.
Pensar o mundo Nas savanas. Na sobrevivência dos Elementos Que tanto fizeram pelos Seres. Ter a prática A cuidar de Desempenhar um Mandamento Que trata de Vivências que não nos Faltam.
Tratar da fidelidade À própria vida Nesses poemas De forma a transcender a Temporalidade Característica do Texto literário e De toda vida que a permanecer Na superfície como a Estar alta.
Se olharmos em demasia Não haverá engano Pois, olharemos o inconsciente Por exemplo, daquele que diz Que tem. E no inconsciente está escrito se Ele possui muito Ou não Por símbolos, por saberes que sentimos E há quem veja.
E o sonho o que é. É sentimento inconsciente Manifestado por símbolo. E como devemos lidar. Muitos detalhes passam Despercebidos. E a interpretação mais natural Muitas vezes Cai em erro.
Saber a ecologia É saber o que disse Deus No começo Sobre os animais e as plantas Ao homem. Mas, ecologia é saber mais baixo. Embora se saiba aparentemente muito O olhar o meio ambiente Por alto Sabe o que pensa a natureza e Deus.
E sentindo que temos, teremos mais. Não que por ter pouco se Fique baixo, mas, aquele que sente Que possui pouco é mais baixo. Porque pode-se ter aparentemente pouco E se ficar alto Isso se se sente que o pouco que temos Há de muito ser Em realce.
Ter uma carreira de vida Que não acaba E não recomeça. Mas, permanecer Para ter. E se for para Ter, permanecer mais. Para chegar a ser Causa, o permanecer, Do que queremos.
Existiam menos erros No trabalho da parteira No que no trabalho Do médico. Por ela ser de todo, sim. Por se manter a olhar Um conhecimento ancestral E não institucionalizado. O médico moderno é mais baixo E menos permaneceu Por deixar de ter visto o passado.
Relevante não é aquele que é baixo. O que é relevante. É o simples, o pouco, o que no nosso Superconsciente processamos como o ter Muito. Relevante não é ter o que é baixo em demasia. Mas, ter muito o que é alto. O que muitas vezes Passa despercebido e entende mais.
Ter o que é baixo, portanto, É por falta do sentir, ou seja, Por falta de mérito. O que deixa fatalmente baixo. Pois, pelo muito sentir, se mantém No objetivo. Se não sentir, não se permanece É como estar em um lugar Mas, não muito.
Quando pouco, ter Não é bom E só é muito quando ter É para Deus. Embora ter possa ser sem Deus Sempre fica baixo. Onde baixo muitas vezes não é aparente Mas, uma questão de sentir. E aquele que sente pouco ou nada sente Fica baixo sem o perceber Apenas sabe, às vezes, que está sendo baixo Mas, por orgulho, sim, Orgulho.
O combate não perdemos Se tivermos permanecido Se já, no combate, tivermos ficado De todo. Assim, já fomos vistos no estado Alcançado E já temos Para olhar o que temos antes de termos.
Mascarar a realidade Esse mundo o faz Como altos somos e temos Que ter. Mascarar a realidade Como dizer que mais somos por mais Ter. E dizer que devemos ter e um grande homem Terá mais.